Carrinho de compras
Turismo
Filtros
R
Pontos de Interesse
Ruas e Praças
Rua da Olaria
Rua da Olaria, em Lamego, deve o seu nome à atividade artesanal que ali existiu em tempos, ligada ao trabalho do barro e à produção de peças de olaria. Este passado confere à rua uma forte ligação às tradições locais e à vida comunitária de outros tempos. Atualmente, a Rua da Olaria preserva a sua atmosfera típica, mantendo o charme de um espaço que remete à memória coletiva da cidade. É um local onde a história artesanal de Lamego se reflete na própria identidade urbana, convidando a um olhar atento sobre o património imaterial que marcou gerações.
I
Pontos de Interesse
Igrejas e Monumentos
Igreja de Santa Maria de Almacave
Construído próximo de uma necrópole árabe (macab – derivando daí o nome de Almacave), este templo religioso é uma construção românica (séc.XII), tendo sido profundamente alterado, especialmente no séc. XVII, como são testemunho os painéis de azulejos com motivos geométricos e vegetalistas, o púlpito e a talha dourada. Do primitivo românico é de salientar o pórtico de arco apontado e quatro arquivoltas, debruada a mais extensa por uma faixa axadrezada. No séc. XVIII, os altares foram enriquecidos com azulejos e talhas douradas. De realçar ainda, no seu interior - de nave única - sem transepto e com capela-mor, os azulejos das paredes e do coro; o púlpito construído em 1600 e as esculturas de S. José e de Santo António, em madeira estofada do século XVIII. Reza a história que terá sido na Igreja de Santa Maria de Almacave que se realizaram as primeiras cortes do Reino de Portugal, corria o ano de 1143. Ainda hoje, a evocação desta assembleia, na qual terá sido aclamado e investido o primeiro Rei de Portugal D. Afonso Henriques, é um dos símbolos do passado histórico de Lamego.< O horário de funcionamento pode variar de acordo com a agenda das missas, celebrações e outros eventos religiosos.
B
Pontos de Interesse
Museus e Bibliotecas
Biblioteca Municipal de Lamego
O edifício onde hoje funciona a Biblioteca Municipal de Lamego foi o Palácio Mesquitela, uma antiga casa senhorial que mais tarde serviu como sede da Caixa Geral de Depósitos e, após obras de adaptação, acolheu a biblioteca. Trata-se de um exemplo da arquitetura do século XVII, ligado à família Mesquitela, e um importante marco cultural local. A génese da Biblioteca Pública Municipal de Lamego remonta ao final do século XIX. O Visconde Guedes Teixeira, grande impulsionador da Biblioteca de Lamego, manifestava a intenção de manter uma biblioteca no seu concelho. Cassiano Neves foi o grande mentor de uma Associação de Instrução Popular, dotada de uma Biblioteca Popular com 1 400 livros, sendo considerado o principal fundador da Biblioteca Pública Municipal de Lamego. A Biblioteca Municipal de Lamego é um espaço dinâmico que oferece, além do empréstimo de livros e do acesso gratuito à Internet (Wi-Fi), um catálogo online para pesquisa, atividades de promoção da leitura, visitas guiadas e apoio à investigação. O seu funcionamento foca-se na formação de leitores e na participação cívica, dispondo de um acervo que inclui mais de 12 mil obras.
M
Pontos de Interesse
Serviços Públicos
Mercado Municipal de Lamego
O Mercado Municipal de Lamego iniciou o seu funcionamento em 25 de julho de 1981, e tinha como objectivo principal o abastecimento da sede de concelho em produtos frescos, atendendo à dificuldade da época em servir as populações urbanas neste tipo de produtos. Constituído por três pisos, estando os pisos um e dois afectos ao funcionamento do Mercado e o piso três até recentemente ocupado pela Escola de Hotelaria, sendo que a sua utilização futura não está ainda definida. O horário de venda ao público, de 2ª feira a sábado, inicia-se às 7:30 e termina às 18 horas. O dia mais forte de mercado é a 5ª feira, que coincide com a feira semanal, sendo que neste dia o Mercado recebe excepcionalmente numerosos produtores, que ali encontram um local para comercializarem os seus produtos hortícolas e frutícolas. Considerando que há mais de 25 anos não se realizam naquele espaço obras de requalificação, a Câmara Municipal de Lamego vai realizar uma intervenção para a revitalização e dinamização do Mercado Municipal de Lamego, no sentido de por um lado, dar cumprimento aos requisitos de segurança alimentar legais, e por outro, aumentar a capacidade de atracção deste espaço. A reabilitação física do Mercado Municipal será complementada com a formação e modernização dos operadores comerciais, em relação à exposição dos produtos, ao atendimento ao cliente, às técnicas de venda, de conservação e manutenção da garantia dos produtos vendidos, de oferta de serviços com mais valia – entregas no domicílio, pagamentos por Multibanco, etc. Serão também desenvolvidas acções de divulgação e promoção, no sentido da população ser conduzida a criar o hábito de ir ao Mercado Municipal – para comprar produtos de qualidade, alimentares (frutas e legumes frescos, peixe e carne, flores, pão, queijos, enchidos, doçaria), particularmente os de cariz tradicional e regional.
R
Pontos de Interesse
Ruas e Praças
Rua Porta do Sol
Rua Porta do Sol, em Lamego, é uma das vias mais emblemáticas da cidade, situada numa zona de traçado antigo que revela a herança histórica e cultural do concelho. O seu nome evoca uma ligação simbólica à luz e ao horizonte, remetendo para a importância do espaço no quotidiano urbano. Ao longo da rua encontram-se edifícios de arquitetura tradicional, que testemunham a evolução da malha urbana ao longo dos séculos. Passear pela Rua Porta do Sol é também percorrer parte da identidade de Lamego, onde a história e a vivência contemporânea se cruzam de forma harmoniosa.
S
Pontos de Interesse
Igrejas e Monumentos
Santuário de Nossa Senhora dos Remédios
No local onde foi erigida a capela-mor de Nossa Senhora dos Remédios existia uma pequena ermida, mandada construir pelo bispo D. Durando, em 1361, dedicada a Santo Estêvão. Em 1568, o bispo de Lamego D. Manuel de Noronha autorizou a demolição da velha ermida e, no local onde atualmente se situa o Pátio dos Reis, mandou erguer outra sob invocação de Nossa Senhora dos Remédios. Esta capela acabou por ser também demolida para se erguer o atual Santuário, cuja primeira pedra foi assente em 1750, por iniciativa do cónego José Pinto Teixeira. O edifício do Santuário é uma construção em estilo barroco toda trabalhada em granito, deslumbrando pela elegância do estilo, imposta pela criatividade do autor do projeto que se acredita ter sido Nicolau Nasoni. A talha é setecentista. O retábulo da capela-mor atrai pelo seu emolduramento, constituindo um quadro original dentro dos entalhamentos portugueses, no centro do qual se encontra a Imagem de Nossa Senhora dos Remédios. De salientar, igualmente, os altares laterais de S. Joaquim e de Santa Ana. Ainda, no interior do templo, podem admirar-se belos painéis de azulejos, bem como interessantes vitrais que enriquecem as paredes do corpo principal e da capela-mor. O frontispício do Santuário é a parte mais admirável de todo o edifício, fascinando todos os que se quedam a admirar o fulgor e génio criativo ali patente. Todos os adornos, tão elegantemente refinados no granito, são admiráveis. No adro da igreja, do lado sul, existe uma harmoniosa fonte toda esculpida em granito da região, com desenho de Nicolau Nasoni, datada de 1738. Levantada sobre o patim, onde terminam os últimos degraus da escadaria, já no adro, em frente do templo, pode ver-se a cruz monolítica, de finíssimos ornamentos. O autor do livro “História do Culto de Nossa Senhora dos Remédios em Lamego”, do Cónego José Marrana – obra incontornável e de indispensável consulta para quem melhor quer conhecer o Santuário, Escadório e Parque dos Remédios – considera esta peça “a coroa maravilhosa de toda a obra da escadaria, que se impõe e domina pela delicadeza das suas linhas e da sua traça escultural”. As duas torres – com projeto do arquiteto Augusto de Matos Cid – iniciaram-se muito mais tarde. A do lado sul começou a ser construída em 1880, vindo a torre do lado norte a concluir-se apenas em 1905. A escadaria iniciou-se em 1777 mas as obras só vieram a terminar no século XX. O quadro mais grandioso da escadaria é sem dúvida o denominado “Pátio dos Reis” – obra arquitetónica admirável, formada pela Fonte dos Gigantes, no centro da qual se eleva um esplêndido obelisco, com cerca de 15 metros de altura. Este pátio é rodeado de várias estátuas que representam os 18 últimos nomes da casa de David. Também notáveis são os dois pórticos que dão acesso lateral para este amplo terreiro. De mencionar, também, o pátio de Nossa Senhora de Lurdes ou de Jesus Maria José, onde existe uma capela que o seu fundador dedicou à Sagrada Família. Mais tarde, a Irmandade mandou colocar ali a imagem de Nossa Senhora de Lurdes. Sobre a porta da bonita capela está o brasão do bispo D. Manuel de Vasconcelos Pereira, seu edificador. Em frente desta capela encontra-se a fonte da Sereia, cujo nome advém do facto de ter a adorná-la uma escultura de um tritão montado num golfinho – figura que para o comum dos visitantes se assemelha a uma sereia. De referir ainda, na escadaria, a monumental Fonte do Pelicano em granito lavrado. Particularmente interessante nesta fonte é a escultura do pelicano. A arborização do parque, a gruta, bem como o lago e ponte, foram encomendadas pela Irmandade à Companhia Hortícola do Porto em 1898. A gruta do fundo foi construída em 1910 por um artista de Arneirós. O parque, cortado por várias veredas e com vários recantos com mesas para merendas, possui variadíssimas espécies de árvores, tais como: teixos, ciprestes, olaias, acácias, tílias, choupos, faias, carvalhos, eucaliptos, ulmeiros, medronheiros, castanheiros e tantas outras. Existe ainda a Loja do Santuário, onde os visitantes podem adquirir lembranças, artigos religiosos e publicações relacionadas com o Santuário e o Parque dos Remédios. O horário de funcionamento pode variar de acordo com a agenda das missas, celebrações e outros eventos religiosos.
H
Pontos de Interesse
Estátuas e Bustos
Homenagem ao Soldado Desconhecido
Erigido em memória aos mortos da Grande Guerra, foi inaugurado em 1932. Posteriormente, foram colocadas duas lápides: uma em 1954, em homenagem aos mortos de Dadrá e outra, colocada pelos combatentes da Grande Guerra em homenagem aos mortos daquele conflito. Outra lápide, em mármore branco, refere as altas condecorações que o R.I. 9 de Lamego recebeu, pela bravura demonstrada em França durante a I Grande Guerra (1914/18), especialmente na batalha de Neuve Chapelle. As enormes proporções da estátua e a sua centralidade têm, desde a sua construção, gerado alguma controvérsia. Contudo, de um modo geral, o monumento infunde aos lamecenses um respeito especial e desperta nos visitantes alguma curiosidade.
O
Pontos de Interesse
Estátuas e Bustos
O Lamego
Esta é sem dúvida uma das estátuas mais conhecidas da cidade de Lamego. Colocada no alto do fontanário do mesmo nome, representa um guerreiro em postura altaneira, com elmo, segurando na sua mão direita uma alabarda e com a mão esquerda um escudo que ostenta as armas de Lamego. Na sua base tem a inscrição Lamego. É um trabalho de boa execução lavrado no duro granito da região e que despertou sempre curiosidade. Faz parte integrante do monumental fontanário, pelo que a sua história lhe anda associada
N
Pontos de Interesse
Castelo & Cisterna
Núcleo Arqueológico - Porta dos Figos
Constitui o mais importante conjunto arqueológico descoberto em Lamego que ilustra a dinâmica de transformação da cidade ao longo de mais de dois mil anos da sua história. Dispostos em "camadas" sobrepostas, os vestígios proporcionam uma "viagem no tempo", desde a mais recuada ocupação residencial daquele espaço, nos períodos romano (sécs. I a V) e suevo-visigodo (sécs. V-VII), quando a cidade foi promovida a sede episcopal, passando pela sua transformação num cemitério (sécs. IX-XI), abandonado para dar lugar à nova cintura muralhada da cidade (sécs. XII-XIII) e ao casario que está na origem do urbanismo atual do Bairro do Castelo. O visitante dispõe de um percurso que permite a leitura das estruturas arqueológicas acompanhada de uma videoprojeção e da exibição de objetos encontrados no local, com destaque para um importante tesouro monetário romano, do nal do séc. IV, bem como de peças de cerâmica, vidro e outros objetos ilustrativos do quotidiano de quem habitou aquele espaço ao longo do tempo. Um ecrã interativo permite explorar informação sobre o cemitério e os dados bioantropológicos dos indivíduos nele sepultados.
E
Pontos de Interesse
Estátuas e Bustos
Estátuas do “Cochicho”
Situadas na sala de visitas de Lamego, no canteiro central do Jardim Visconde Guedes Teixeira, as esculturas foram oferecidas à cidade por um dos seus mais ilustres filhos, Dr. João de Almeida, à semelhança das que estão colocadas nos lagos da Avenida Dr. Alfredo de Sousa. Estas duas estátuas, criadas pela Escola de Belas Artes do Porto, representam duas figuras femininas segurando dois cântaros, dos quais vertem fios de água que se precipitam no grande lago onde estão inseridas. A dama da direita parece segredar algo à sua companheira, daí surgindo a designação popular de "estátuas do cochicho”.
E
Pontos de Interesse
Estátuas e Bustos
Estátua de D. Miguel de Portugal (Bispo de Lamego)
Em homenagem ao bispo embaixador, D. Miguel de Portugal, foi este monumento inaugurado em 1951. A estátua é uma obra do escultor madeirense Francisco Franco. D. Miguel de Portugal nasceu em Évora, filho de D. Luís de Portugal, conde do Vimioso e de D. Joana de Mendonça, condessa de Basto. Foi bispo de Lamego de 1635 a 1644, ano em que faleceu. Um ano após a Restauração da Independência, em 1641, foi enviado a Roma por D. João IV com o objetivo de afirmar junto do Papa Urbano VIII, as razões que assistiam ao rei para ocupar o trono de Portugal. Embora nunca viesse a ser recebido pelo Papa, enfrentou, com grande coragem, as intrigas da diplomacia espanhola e resistiu heroicamente a uma cilada levada a cabo por elementos a soldo do rei de Castela que o queriam assassinar.
B
Pontos de Interesse
Estátuas e Bustos
Busto do Poeta Fausto Guedes Teixeira
Este busto, inaugurado em 1944, homenageia o poeta lamecense Fausto Guedes Teixeira. É uma obra arquitetada por Rui Couto e António Couto e esculpida pelo artista Costa Mota Sobrinho. Fausto Guedes Teixeira, filho do Visconde Guedes Teixeira, nasceu em Lamego em 1871. Depois de concluir os estudos no Liceu de Lamego, matriculou-se na Universidade de Coimbra onde se formou em direito. Adivinhava-se já o lírico admirável quando publicou “Náufragos”, com apenas 18 anos. Em 1893, publicou “Mocidade Perdida”, seguindo-se em 1894 “ O Livro do Amor” que viria a consagrar definitivamente o poeta. A sua passagem por Coimbra ficou marcada pelos seus deliciosos improvisos que encantaram uma geração romântica. Em 1899, publicou “Esperança Nossa” e “Carta de um Poeta”. Teve uma passagem pelo Brasil, onde esperava exercer a sua atividade, mas regressou doente e saudoso da sua terra natal. Em 1906, publicou “ Almas Tristes” e em 1908 “O meu Livro”, onde se encontram os seus melhores versos. Quem visita o Penedo da Saudade, em Coimbra, pode ali ver uma lápide evocando o poeta, com um dos seus versos.
I
Pontos de Interesse
Igrejas e Monumentos
Igreja das Chagas
A Igreja das Chagas, também conhecida como Igreja do Mosteiro das Chagas, situa‑se em Lamego e é um dos mais importantes exemplares do património religioso da cidade. Foi parte integrante do Convento das Chagas, fundado em 1588 pelo bispo de Lamego, D. António Teles de Menezes, para acolher freiras da Ordem de Santa Clara, conhecidas como clarissas. O que hoje se pode visitar é a própria igreja, única construção remanescente do antigo convento, classificada como Imóvel de Interesse Público. Na sua fachada destaca‑se um pórtico renascentista ladeado por colunas clássicas. No interior, o espaço de nave única é ornamentado com azulejos do século XVII, talhas douradas e retábulos barrocos, entre os quais se destacam os de São João Evangelista e São João Baptista. O teto e as estruturas interiores, incluindo antigos coros e a sacristia, acrescentam valor artístico e histórico ao monumento. Propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Lamego, a Igreja das Chagas permaneceu recentemente sujeita a trabalhos de restauro que valorizaram o seu espólio artístico e arquitetónico, estando aberta ao culto religioso e a atividades culturais.Aberta à celebração do culto religioso e acolhe a realização de importantes eventos.
C
Pontos de Interesse
Castelo & Cisterna
Cisterna de Lamego
A Cisterna de Lamego é um notável exemplar de cisterna medieval situado nas imediações do Castelo de Lamego, no Bairro do Castelo. Trata‑se de um amplo reservatório de água de estrutura abobadada e de planta retangular, construído em silhares de pedra, com uma volta ogival nervada sustentada por largas cintas apoiadas em pilares. É considerada um dos melhores exemplos das cisternas dos castelos portugueses.Após uma reabilitação, o monumento foi adaptado para visitação pública e transformado num espaço expositivo que convida o visitante a mergulhar na história urbana de Lamego. O interior integra uma componente de interpretação que associa imagens, sons e memórias quotidianas da cidade ao longo dos séculos.A cisterna integra o conjunto patrimonial do Castelo de Lamego, classificado como Monumento Nacional, e insere‑se no coração do reduto muralhado que marcou o desenvolvimento histórico da cidade.No verão, o horário de fecho passa para as 18h.
C
Pontos de Interesse
Igrejas e Monumentos
Capela do Espírito Santo
A Capela do Espírito Santo é um pequeno e singular edifício religioso situado na baixa da cidade de Lamego, junto à Fonte do Espírito Santo, na Rua das Canastras. A capela foi reedificada no século XVI pelo bispo D. Manuel de Noronha, cujo brasão se encontra no exterior da construção, marcando a sua intervenção e o seu papel na história religiosa da cidade. O interior da capela é de pequenas dimensões mas apresenta um notável conjunto artístico decorativo. O destaque principal vai para uma escultura do Espírito Santo datada do século XVIII, de autor desconhecido, que se encontra no altar‑mor e constitui uma peça de especial interesse para os visitantes. Além da escultura central, o espaço exibe retábulos barrocos, incluindo um elegante altar do lado do Evangelho, um púlpito revestido de talha dourada e paredes decoradas com azulejos do século XVII, que enriquecem o ambiente interno e refletem a estética barroca da época.
J
Pontos de Interesse
Parques e Jardins
Jardim da República
O Jardim da República é um espaço verde público emblemático situado no centro histórico de Lamego, no distrito de Viseu, junto à Câmara Municipal e próximo de outros pontos de interesse da cidade. Este jardim ocupa uma área com um desnível natural entre as ruas que o delimitam, sendo acessível através de uma escadaria revestida com azulejos tradicionais em tons de azul e branco, que constituem um dos elementos visuais mais característicos do local. Historicamente, o jardim tem origem no antigo Campo do Tablado, um espaço público fronteiro ao Convento das Chagas, fundado no século XVI. A área foi transformada ao longo do tempo até se tornar no jardim que hoje se conhece. Também nesta zona se encontra, junto ao espaço ajardinado, a conhecida Fonte “O Lamego”, originalmente erguida em 1830 e posteriormente reinstalada na encosta do jardim.
Página 1 de 2